
domingo, 21 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Tortas com pasta frolla ou brisée

Mas o maior trabalho foi o de fatiar as frutas! rss
A base de massa foi comprada pronta. E aqui existem tantas marcas para se escolher, nas opçoes doces ou salgadas. E tem quem faça mas eu, por exemplo, nao gosto de usar massa folhada.
O creme de confeiteiro e a cobertura sao daqueles prontos para confeccionar, se adicionando leite ou agua.
As frutas eram poucas na verdade, e inteiras nao cobririam a torta toda.
Mas, francamente, achei até mais bonito o efeito das fatias, que pareciam formar como uma imagem de caleidoscopio.
Enfim, foram duas tortas do tipo vapt-vupt. rss
Mas ja fiz, e voces também podem fazer, da forma classica tradicional, que é toda de um simples para la de complicado, ja que a pasta frolla é uma senhorita que tem la as suas frescuras. rss rss
E toda familia gulosa tem uma receita de massa deste tipo que passa de mao em mao.
Quem nao tiver, basta ver aqui mesmo no blog, que ja publiquei uma, ok?
Tem gente que cobre este tipo de torta com gelatina transparente, que pode ser colorida ou nao.
Mas lendo atentamente esta que usei eu vi que é feita à base de amido de mandioca, e que nem é assim absolutamente translucida.
Entao, estamos dentro da familia dos amidos tipo de milho (maizena) e de batata (fécula), também, caso um tenha que improvisar do nada.
Alguns também usam o expediente de sò pincelar as frutas com uma geléia de pessego ligeiramente diluida, por exemplo, a fim de dar brilho e impedir que se oxidem.
Enfim, uma questao de efeito e de gosto, que vai da pessoa escolher.
O creme de confeiteiro é feito a base de gemas de ovos batidas com açucar e leite aromatizado com baunilha, que cada um tem a sua propria receita.
Mas acredito que se pode usar qualquer creme que seja o preferido, como base, ja que este tipo de doce aceita mil e uma opçoes e idéias. A minha filha, por exemplo, prefere aquelas tipo "multi frutas", enquanto uma minha cunhada aquelas que se parecem quase com uma bola de cristal, de tanta gelatina. rss
Torta das mil variaçoes, mas sempre uma boa e facil opçao de sobremesa.
Ainda porque, como quer que seja, o resultado sempre costuma ser bom!
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Fudge de chocolate amargo
Eu gosto de fudge.Alias, quem nao gosta?
Mas, ao menos para mim, era dificil que eu passasse da primeira mordida, tal a quantidade de açucar que se sentia, apesar do seu sabor delicioso.
Livros, viagens, pesquizas e muita experimentaçao, mas nada...
Nao me aventurava a modificar muito as receitas que via, com medo que a coisa desandasse.
E comprava alguns ja prontos para poder experimentar, sempre que podia, porque assim, ao menos, eu saberia onde voltar para me abastecer. Mesmo que, para isto, eu tivesse que terminar pegando um aviao. rss rss
Enfim...
Como faço de costume, formulei esta receita com base nas informaçoes que tive sobre o assunto, e parti para o teste.
E ja fiz varias vezes com otimos resultados, e aprovaçao geral.
Entao, eu creio que possa passar para voces também provarem.
Obvio que para quem prefere mais doce, bastaria trocar pelo chocolate ao leite, ok?
Sei que pode até nao parecer, mas é super rapido e muito facil de se fazer!
Fudge de chocolate amargo
400g de chocolate fondente em barra, com ao menos uns 60% de cacau.
20 caramelos de leite, tipo toffee
1 caixinha de creme de leite (200ml)
1 xicara de coisas picadas para misturar (frutas secas, cereais, biscoitos, etc)- opcional
Colocar os caramelos junto com o creme de leite para derreterem em fogo baixo.
O segredo é NAO deixar ferver e sim, misturar vigorosamente.
Porque o calor facilita, mas é a eficiencia do movimento que ajuda a acelerar o processo.
A meio caminho acrescentar o chocolate picado.
Dai, desligar o fogo e terminar de homogenizar este composto.
Acrescentar a xicara (que pode ser mais ou mesmo nenhuma: vai do gosto) das coisas que se escolheu colocar e misturar bem.
Esparramar bem esta mistura em uma forma bem untada ou, melhor ainda, revestida por pelicula plastica, mas sem nenhuma prega.
Alisar bem a superficie com uma espatula, cobrir e deixar na geladeira.
Depois que endurecer, cortar em tabletes e esta pronto.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Quando se perde o norte...

Um meu amigo escreveu um outro dia sobre o sul, um sul magico.
E os pontos cardeais sempre tiveram, cada um deles, as suas proprias representaçoes literarias, imaginarias, metaforicas, culturais, utopicas, enfim...
Mas o que seria se um perde o seu "norte", assim como se usa dizer?
Hoje, por exemplo, eu nem tinha aberto o MSN e ja tinha uma manchete dizendo das primeiras imagens sexys de uma fulana no Big Brother, sob a ducha.
Ahm...?
Porque tem gente que até paga para ver 24/24hs esta porcaria.
Sem falar da noticia de um homem bebado que, entrando em uma rua na contramao, causou um acidente grave. E que acabou atirando e ferindo varias pessoas, além de matar o outro condutor coinvolto, que conduzia sua esposa gravida e nao havia cometido nenhuma infraçao...
E do relato do ultimo debate politico onde os candidatos sò se acusavam, mais uma vez, mutuamente. Em uma baixaria que ja virou uma norma, nestes tempos que correm.
Porque campanha politica, hoje por hoje, nada mais é que uma simples campanha publicitaria, onde de solido e verdadeiro, se tem muuuito pouco.
O que dizer daquela prima, garota de quinze anos, que ajudou o seu pai a matar a sua prima bonitinha que acreditava ser ela a sua melhor amiga, sò porque enciumada e invejosa?
Ou do Berlusconi que aprontou mais uma das suas?
E ainda, daquele pai que, junto a um seu sobrinho, matou a filha que queria se casar por amor e nao por uma obrigaçao, qualquer esta fosse?...
E se lembram daquele video da mocinha jogando cachorrinhos, um por um, em um rio gelado e ainda registrando tudo?
Ou de caçadores que pagam um dinheirao para caçar animais raros ou em extinçao, sem preocupaçao alguma com nada mais que nao seja a vaidade de ter um troféu na parede de suas casas?
Basta ver, por exemplo, o caso da morte daquele grande cervo conhecido como "Imperador", ali na Inglaterra.
E quem ja nao ouviu das pessoas que contratam e se servem do trabalho alheio e que, depois, dizem nao ter como pagar ou que nao pagam e basta, para depois desfilar com uma Mercedes ultimo tipo?
Ou da horda de individuos pelo mundo afora que, trabalhando duro, recebem salarios mensais de cerca 2 dolares? Se recebem.
Entao...
Podemos, cada um de nòs, desfiar uma lista infindavel de outras coisas "cabeludas", sejam de cunho publico ou mesmo pessoais.
Entao eu pergunto de novo: e quando um perde o seu norte?
Porque um caos assim, de nivel mundial, um dia ou outro tem que parar.
Ou nao?...
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Pastel
Se tem uma coisa que ficou na minha memoria, com gosto e com forma, foi o pastel que o meu avo Luis fazia e que era SEM igual.Digo sem igual mesmo, nao é um eufemismo. rss
Pois nunca ninguém fez nada parecido com os que ele fazia.
Foram tantas tentativas e tantas procuras.
Mas, nada...
Eram pequenininhos, recheados com uma carne moida com toques de azeitona e salsinha e tinham um marcante gosto da cachaça que ele usava na massa.
Um sabor inesquecivel!
Enfim...
Estou dizendo isto porque, por mais que se assemelhe, nenhum pastel jamais sera como aquele que o meu avo fazia para nòs, seus netos.
Estes que eu estou mostrando aqui nao sao receita dele, infelizmente, ja que as receitas de familia sempre se passaram na pratica e sem anotaçoes.
E foram feitos com uma receita que me passou a minha mae, e que ela pegou nao sei onde.
O refogadinho de carne moida eu fiz a olho mesmo, usando a lembrança que tinha.
Usei alho, cebola, salsinha e azeitona verde, picadas.
E a massa, que devo dizer ficou uma maravilha para se trabalhar, mesmo sem ser exatamente igual àquela original, é muito boa.
Pastel
2 copos (de 200ml) de farinha de trigo
1/2 copo de agua
1 e 1/2 colher de sopa de oleo
1 colher de sopa de pinga
sal a gosto
Amornar a agua com a pinga, misturar o sal e colocar a farinha aos poucos, sempre observando a textura, que deve ser elastica.
E a manipulaçao do composto é que darà esta caracteristica à massa.
Fazer uma bola com ela e deixar repousando uma meia hora.
Abrir na espessura desejada e cortar os pastéis com um copo, por exemplo.
E, ao menos para mim, quase que nao precisou esfarinhar a mesa, para fazer isto.
Dai, rechear com uma colherzinha cheia do recheio, umidecer as bordas e fechar, pressionando com a ponta de um garfo.
Fritar, em poucas unidades, em oleo abundante e na temperatura adequada, até dourarem.
Esta massa, devidamente acondicionada, pode permanecer na geladeira, tb.
E prestar atençao na fritura pois é muito rapida, ok?
Acompanhados de uma bela cerveja belga, pode-se dizer que eles cumprem o seu papel! rss
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
"Miglio"

"O milho (miglio) é um cereal muito antigo, originario da Asia centroriental, cultivado desde os tempos dos antigos egipcios. Tem uma grande importancia na alimentaçao de alguns paises africanos e asiaticos, mas é muito menos utilizzado na Europa, onde é mais conhecido como alimento para aves domésticas. O milho tem uma composiçao similar aos outros cereais, mas como nao contém glùten, é adequado na alimentaçao de pessoas afetadas com o problema celiaco.È o unico cereal que possue um efeito alcalinizante e, portanto, é indicado para quem sofre de acidez estomacal.
O milho pode ser adquirido em negòcios especializados em sementes ou naqueles de alimentos biològicos, podendo ser utilizado para produzir bolos e tortas doces ou salgadas, pudins, biscoitos, ou, simplesmente, ser usado em sopas como qualquer outro cereal." (informaçoes obtidas no site italiano CIBO 360°)
O milho pode ser adquirido em negòcios especializados em sementes ou naqueles de alimentos biològicos, podendo ser utilizado para produzir bolos e tortas doces ou salgadas, pudins, biscoitos, ou, simplesmente, ser usado em sopas como qualquer outro cereal." (informaçoes obtidas no site italiano CIBO 360°)
Como voces devem ter percebido, o Brasil seria o unico pais que chama o famoso "mais" de milho, que talvez seja um seu primo muito distante.
E eu imagino que provavelmente isto tenha ocorrido devido à grande influencia exercida pela cultura africana na culinària nacional, com o habitual sincretismo que a aproximava da realidade à qual os escravos foram subtraidos pela força .
Mas a verdade é que o verdadeiro milho é este ai que voces podem observar na minha foto: bolinhas que recordam, e muito, aquelas do cuscuz que, por sua vez, é tudo uma outra coisa.
E posso adiantar que estas pequeninas bolinhas tem um gosto muito delicado, além de serem tanto praticas quanto se fazer um normalissimo arroz.
Mas, francamente, nao sei da dificuldade de se encontrar em outros lugares, apesar de ser relativamente facil acha-lo por aqui.
Como ja tinha anteriormente falado do "farro" que é um outro cereal antiguissimo, observo que existem varias outras possibilidades de se substituir o arroz. E olhem que nem mostrei o "cuscuz" pela sua obviedade mas, oportunamente, falarei do bonissimo e menos conhecido "bulgur", tb.
Estes dois sao originarios do trigo e também se constituem em otimas alternativas para se poder variar cardapio, de vez em quando.
E voces tendo a oportunidade, penso que vale realmente a pena arriscar e experimentar todos eles, ok?
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Este aqui quebra um galho...!
Sei que existem lugares, fora do Brasil, onde se consegue achar com relativa facilidade coisas ditas "exoticas". Ao menos para os paladares habituados com coisas tradicionais, quero dizer, com suas mais de varias centenas de anos de uso.Mas, absolutamente, este lugar nao é aqui onde eu moro! rss rss
Quero dizer que aqui na Italia, em nossas grandes cidades, ou mesmo dependendo da relaçao do povo de um determinado lugar com o mundo externo, até que se acha sim: mas pagando o preço, é obvio.
Enfim...
Apesar da in-fi-ni-da-de de queijos maravilhosos que existem por estas partes, as vezes bate uma vontade danada de cair matando em cima de algo que nos era familiar, dos tempos da infancia.
Desta vez, por exemplo, me aconteceu isto com relaçao aos numerosos queijos "tipo algum outro", que se encontram ali em Sao Paulo. E isto sem falar daqueles todos, nacionais autenticos, tais como os queijos mineiros (frescal ou curado), o delicioso catupiry (huuuum!) ou o queijo de coalho (grelhadinho!) e o queijo prato (que sanduiche bom...).
Entao, ha alguns muitos anos atras, e em uma "crise de abstinencia", eu comecei a procurar receitas de requeijoes cremosos, mas daqueles feitos em casa.
E vi de tudo, indo das mais variadas e elaboradas receitas àquelas mais banais.
Mas o meu espirito pratico, mesmo anotando quase todas elas, reservou uma atençao especial à uma delas, que vinha la do Japao, provavelmente de pessoas desesperadas assim como eu mesma... rss rss
Mas pensem, antes, que para quem tem acesso a um bom requeijao daqueles de copo, belo e pronto, é OBVIO que nada disto vale a pena, ok?
Porque muito provavelmente nao valeria nem se dar ao trabalho mesmo sendo pouco e, no fim, custaria muito mais, dada a variedade de marcas e preços que existem nos supermercados.
Ao menos que se queira experimentar a tal da receitinha que é, comprovadamente, de uma simplicidade incrivel e muito, muito satisfatoria.
Pois se resume nisto: basta bater, e misturando tudo muito bem, uma confecçao de queijinhos tipo Polenghinho com outra de creme de leite. E pronto!
Como sempre eu, querendo melhorar a interaçao dos componentes, piquei os queijinhos e misturei ao creme de leite aquecido, batendo com o minipimer. Mas, é obvio, que cada um faz como bem quizer.
Porque, como eu digo sempre, "quem nao tem cao caça com o gato". Hihihi!
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