sábado, 24 de setembro de 2011

Ups! Estou indo passar um mes na Europa.

Pessoal, me esqueci de dizer que estarei embarcando esta semana para visitar minhas amigas espalhadas pela Europa e que estarei de volta na primeira semana de novembro, ok?
Como ainda não sei postar com o meu smartfone, prometo que tentarei postar alguma coisa quando tiver um computador normal na minha frente. Hihihi! Então: até breve!

Minha torta em uma versão nacional, com jabuticaba

Esta é a minha sólita "torta de ricotta alla cheesecake" sem ovos de sempre, cuja receita já foi publicada aqui anteriormente.
Desde que cheguei em São Paulo eu estive me debatendo com as ricotas que encontrei em venda em mercados e supermercados para, infelizmente, constatar que nenhuma que usei tinha, minimamente, a textura justa...
Dai eu fui aconselhada pela minha mãe e obtive bons resultados com aqueles potinhos de creme de ricota da Tirolez, e era o que vinha usando desde então.
Outro dia porém, sem outras possibilidades, tive que comprar a ricota com a marca Dia e me surpreendi: pois é a que mais se aproxima da consistencia que estava acostumada!
E a minha receita original pode ser feita," ipsis literis", como tinha postado aqui para voces.
Então, para resumir, das adaptações todas que tive que fazer, eu devo salientar que para cada folha de gelatina que eu usava agora estou usando uma colher de chá rasa de gelatina em pó, que é a mais fácil de ser achada por aqui, por exemplo.
No caso da base desta torta, ela ficou perfeita usando o biscoito recheado com mousse de chocolate da marca Zabet, que sem acrescentar nenhuma manteiga, já deu o ponto justo que eu precisava.
Como eu também tinha comprado uma porção de jabuticabas na feira, achei uma boa idéia fazer tipo uma geléia com elas, o que deu o justo toque agridoce à sobremesa.
Em resumo: ficou muuuuito gostoso!
Então, que tal voces também tentarem provar?

sábado, 17 de setembro de 2011

Pequenas obras de arte.

Outro casaquinho de bebe feito pela minha mãe: e pensar que fica pronto, em média, em 1 dia!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Torta de Limão: um doce "vintage"

No meio de toda a minha preguiça de cozinhar alguma coisa, a minha atenção foi atraida por uma receita que eu li no site do Ig, que era o passo a passo da mítica torta de limao, que foi uma unanimidade lá na década de setenta. E sem exagero, TANTO, que eu nem aguentava mais ver a bandida, durante umas duas décadas de carreira, no mínimo... rss
Basicamente ela era a mesma em TODOS os lugares e também nas receitas de TODAS as famílias, naquela época.
Talvez, até, tanto quanto o eram as calças de boca "extra large" que arrastavamos por aí, combinadas com mini blusinhas e saltões tipo anabela. rss rss
E como sempre acontecia, no meio daquela "standartisação" toda, aconteceu que algumas pessoas começaram a criar certas variações deste doce, para melhor e para pior, com a intenção de se diferenciar e sair daquela mesmice de sempre.
Então eu me lembro que, um dia, alguém me serviu uma que me agradou um monte, só porque era menos doce e mais cremosa que as outras.
Apesar de eu ter pedido a receita, fiquei a ver nuvens, pois ela não me deu. Provavelmente era daquelas pessoas que lhe sorriem, agradecendo os elogios, sem contudo entregar o ouro. rss
Enfim...
Então, quando vi esta receita, intui que o recheio dela se aproximaria daquele que eu tinha gostado, no que eu não errei.
A massa também é bem saborosa. Mas eu creio ter errado na abertura dela, pois o fundo terminou se igualando às laterais que, eu juro, eu tinha deixado altas e evidentes... rss
Nem vou comentar que o merengue eu deixei queimar, embaixo do grill do meu forno, ok?
E este que voces estão vendo é só a metade dele que eu consegui salvar.
Mas o resultado, no todo, ficou super bom e eu aconselho.
Então, para quem quizer a receita, basta procurar pela torta de limão, com o passo a passo, que o Ig publicou esta semana.

domingo, 4 de setembro de 2011

Lendo notícias.


Minha mãe tem o costume de sempre me dar uma pilha de revistas, Época e Veja, quando eu estou aqui em São Paulo.
Isto só porque ela sabe que eu, desde pequena, "devoro" qualquer coisa que seja escrita, de jornal à dicionários, sem falar dos livros que se revezam no meu criado mudo.
Então eu fiquei lendo as últimas notícias que me cairam nas mãos e, literalmente, não pude deixar de ficar escandalizada com aquelas que falavam da corrupção e da bandalheira, descaradas, que estão sendo praticadas pela classe política brasileira, por exemplo. Que se eu fosse desfiar aqui, com toda a minha indignação e revolta, acredito que só terminaria de falar depois de uns vinte anos seguidos.
Pois o que é que nós podemos pensar desta gente toda, que se previlegia em todos os sentidos e que ainda, achando tudo quanto insuficiente, se enriquece às custas do erário público, sem a mínima vergonha na cara ou peso de consciencia?
Assim como do nepotismo deslavado que praticam, como é de praxe, favorecendo não só os próprios familiares quanto até os amantes de plantão?
Um absurdo...
Depois li os artigos que eu também acompanho via internet. Como aqueles falando do ditador da Líbia, Gaddafi, que se colocou no poder ali, há mais de 40 anos, e que não admite ser tirado do seu cargo "nem a pau".
E aqui me permito um parenteses: eu gostaria MUITO de poder entender o que leva um sujeito qualquer a ousar pensar que ele tem o direito de usufruir um poder sem limites que ninguém lhe outorgou. E não só pensar assim, como também achar que deve matar todo mundo que se oponha ao fato de ele exerce-lo? Usando o exército nacional para massacrar toda uma nação?
O que piora mais se sabemos que, por um tempo, os próprios exércitos também seguem esta lógica insana.
O que serà que esta gente tem na cabeça...?!
Porque isto parece uma verdadeira coisa de louco.
E que apesar de parecer algo surreal, nòs conseguimos identificar que ainda existem personagens que ensaiam seguir os mesmos caminhos destes seus antecessores desvairados, motivados por seus exemplos, que a nós causam sò nojo ou repulsa.
Boh...
Depois também li sobre os trabalhadores estrangeiros que aceitam ir trabalhar nas casas de ricos e potentes, no oriente médio e no norte da Africa, onde terminam como escravos, sem paga, sem repouso ou sendo queimados com água fervendo, se desobedessem.
Sem nem entrar em detalhes quanto ao extermínio dos rinocerontes, na lista dos animais em extinção, só para se obter um pó dos seus chifres, que teriam poder afrodisiaco, ignorando que aquilo não passa de um "pó de unha"...
Além de ignorar, mais profundamente ainda, o mais importante de tudo que é: para que se usar qualquer coisa de efeito dito "afrodisiaco", mesmo que realmente comprovado, em um país que já ultrapassou os seus "zilhões" de pessoas, que corroem o próprio espaço onde vivem?
O que me fez lembrar, por associação, de uma notícia de anos atrás, quando a policia florestal prendeu dois sujeitos que arrancavam os olhos de filhotes de cervos, na serra da Mantiqueira, com este mesmo propósito. O que naquela época me fez concluir que se aquelas pessoas, ao menos, tivessem um mínimo que fosse de senso crítico, concluiriam que o melhor para elas é que nem procriassem, na verdade, para poder evitar ter herdeiros que pensassem e agissem como eles próprios. Pelo bem deste planeta.
Esta certo que eu sei que não era uma bela coisa de se pensar... Mas foi aquilo de melhor que me veio em mente depois de ver a foto daqueles pobres animalzinhos, feridos e cegos, e que me bloqueou, por assim dizer, de continuar pensando em coisas até bem piores.
Pois a ignorancia, daquele tipo que vem bem lá do fundo, é mesmo uma bruta coisa, que nenhum tipo de verniz disfarça...
Em um outro aspecto, devo dizer que eu também fiquei super chocada com a falta de gratidão, para se dizer o mínimo, de alguns muçulmanos que receberam asilo do governo noruegues no passado. E que, agora, mesmo continuando a usufruir deste beneficio, estao ali tramando contra o povo que os acolheu. Com os resultados que temos visto ultimamente na mídia mundial, onde a explosão do ódio mútuo, que termina por unir os radicais de extremos opostos, trucida quem esta no meio e nem tem nada a ver com isto. Trazendo para a realidade, entre tantos outros, os ditos populares que dizem "cuspir no prato que se comeu" ou que "os fins justificam os meios".
Em mais um episódio da inata bestialidade de algumas pessoas, que ainda insistem em aprimorar o lado mais obscuro de suas naturezas egocentricas.
Ah! E voces leram sobre aquele pastor lá na Flórida, que queria que o governo americano fizesse uma lista dos ateus do país, tal qual aquela dos prováveis terroristas? Pois eu li e fiquei tendo arrepios só de pensar que nós ainda corremos o risco de vermos ressuscitar a famigerada "santa inquisição" em tempos modernos, pela disposição de alguns individuos.
Enfim...
O noticiário das barbaridades descritas foi ENORME, além de também parecer i-nes-go-tá-vel, fazendo perceber nas entrelinhas, o quanto a natureza humana é perversa e distanciada do bem.
E que o pensamento, correto, de que esta orbe é composta de pobres pessoas alivia um pouco, sem contudo resolver, o mal estar de quem se escandaliza com estas coisas.
Pois a nossa maior esperança, é que a união dos milhões de outras pessoas, que se opoem diametralmente a estas coisas nauseantes, um dia vai fazer a diferença. Pois a força delas terminará por varrer deste planeta estes comportamentos e intenções nefandas, com que alguns dos nossos semelhantes mancharam este mundo, que nos foi legado por Deus.
Pois se analisarmos bem, percebemos que já ali na estória do Adão e da Eva, aqueles "dois" não perderam o direito de poder continuar lá no paraíso porque eram bonzinhos, não. Mas foram, sim, tipo degredados.
É que na verdade, cada um de nòs ao seu modo, também estamos por aqui, até os dias de hoje, pagando pelos pecados que cometemos em nosso passado mais remoto.
Porque tudo que acontece mesmo hoje neste mundo, se originou menos do fato do ser humano descobrir o domínio do uso do fogo quanto daquele que o fez descobrir a possibilidade do uso do seu próprio livre arbítrio...


sábado, 27 de agosto de 2011

Só para não parecer que eu não estou fazendo nada... rss

Esta geléia de morango, que eu fiz, só saiu porque aqui em São Paulo eu vou à feira... rss rss

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Coisas simples...

Por causa dos morangos que eu incrementei e que o meu amigo Fabio disse que comia "in natura", me veio à mente pensar que, em grande parte das vezes, aquilo que é simples tem o seu charme, é util ou, também, é muito gostoso.
Por que tem coisa que é boa assim como é e que nao precisa de mais nada para ficar melhor.
Mas isto é um nosso clássico dilema, que nem mesmo a evoluçao da espécie conseguiu anular.
Pois estamos sempre metendo a mão em tudo que nos cerca, seja para o bem ou seja para o mal, e indivíduos que deveriam ser denominados de "homo descontentis", que me parece bem mais aceitavel que o atual, pseudo, "sapiens". rss
E que apesar de estarmos neste continente ou neste planeta, por exemplo, procuramos sempre mais longe o que nos pode, até, já estar perto.
Na eterna busca de emoções e bens materiais que extrapolem aquilo que sentimos ou temos.
O que nos faz sermos ingratos, impacientes e profundamente insatisfeitos com tudo aquilo que possuimos, ja que nascemos com a certeza de que o que conta é esperarmos, ansiosamente, o tal algo melhor que esta por vir e ao qual, mais do que isto, temos direito.
Pois temos como que um tropismo que nos faz olhar com mais atençao aquilo que achamos que nos falta do que aquilo que realmente temos e que, por sua vez, achamos sempre insatisfatório e insuficiente.Em uma total incapacidade de conseguir fazer uma salada com o que temos na nossa horta.O que se explicaria, talvez, pelo fato de passarmos o nosso tempo pensando que a horta do vizinho é sempre mais bonita do que a nossa e a sua grama muuuuuito mais verde! rss
Sem nem suspeitarmos que gastamos quase que zero energia para sermos pessoas melhores tanto quanto gastamos fortunas em aprimorar as nossas "fachadas", quaisquer elas sejam, por achar que merecemos mais do que aquilo que nos esta na cara, na garagem ou no bolso.
Como também por acharmos que "tempo perdido" é só aquele que é nosso, que os dos outros não conta.
E passamos nossas vidas querendo os dois passáros voando e pulando de galho em galho.
Assim podemos concluir que, para nós humanos, é algo lógico enchermos de tranqueiras não só as coisas gostosas que comemos, como também currículos e moradias. E naturalíssimo nos adornamos com perfumes, jòias, medalhas e roupas de grifes caras, com a pretensão de tornar tudo que nos cerca digno de admiração e espanto. Em uma overdose de ostentação e vaidade, para se dizer o mínimo...
Pois, por exemplo, quem se disporia em servir um arrozinho com feijão, bem gostosos, ou uma fruta deliciosa, como sobremesa, a um seu convidado do tipo especial? Com certeza poucos...
Por que mesmo que feitas com atenção e esmero a pessoa que oferece se sentiria como que diminuida, agindo assim, enquanto quem recebe poderia, por sua vez, se sentir menosprezado.
Como se o simples ferisse e ofendesse as pessoas.
Então, acontece que terminamos por nos armar de palcos, cenários e exuberancias, de todos os tipos, para maquiar a simplicidade daquilo de bom que poderiamos oferecer ao mundo ou, mesmo, receber dele...
Só por que existe esta força, atávica, que impele o ser humano a querer ter mais e mais, do poder ao dinheiro, para se cercar de coisas suntuosas. Como se ele só valesse pelo que espelha e não pelo que é, dentro.
Então o mundo gira assim, correndo em busca do "mais" e pretendendo o máximo. O que faz com que se termine abominando as coisas pequenas, poucas ou singelas.
Enfim...
O que se salva, nesta estória toda, é que podemos ficar contentes só em saber que tem quem nao seja assim todo o tempo e até não o seja, absolutamente.
E que este grupo de pessoas, um dia, se libertando do ato de repetir velhos modelos, esteja a caminho de se tornar representante de uma nova linha evolutiva denominada "homo contentis"!