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domingo, 22 de junho de 2014
Mathilda
Bom...
Faz um tempão que eu não escrevo nada por aqui.
É que nestes últimos meses estava muito preocupada e empenhada em ajudar a minha querida Mathilda a vencer um câncer de bexiga, que apareceu em um ultra som de controle que ela fez.
E devo dizer que, depois, ela enfrentou bravamente uma extensa cirurgia e também as sessões de quimioterapia que teve que fazer, além de todos os exames.
E estava indo tudo super bem e ela nem parecia doente: alegre, disposta, com apetite, enfim...
Inclusive fomos passar um mês lá na Itália e ela ficou em São Paulo com o meu filho, que cuidou dela e a acompanhou ao hospital, para continuar o seu tratamento oncológico.
Mas, infelizmente, no fim deste período que estivemos fora, ela teve um piora que não se justificava em nenhum dos exames que fez onde, inclusive, mostrava uma melhora do seu quadro.
E no domingo da semana que nós voltamos de viagem ela faleceu.
Nem vou dizer o quanto isto me deixou triste!
Minha companheira dos últimos 10 anos partir, assim...
Brava Tilda!!!!
Descanse em paz.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Um "Feliz Natal" para voces !!!!!!!!!!!!!
E um "Feliz Natal" para este mundo que precisaria, e tanto, de ter terminado ontem e começado um novo ciclo!!!...
Onde houvesse mais amor pelo próximo e compaixão pelos animais, plantas e pelo planeta. Onde as pessoas parariam de pensar com egoismo e seriam mais generosas.
Onde as pessoas boas não seriam mais vistas como sendo tontas e não se buscasse o sucesso, o dinheiro e o poder a qualquer custo.
Onde a competencia, a honestidade e o empenho fossem levados em conta, de verdade, e as aparencias não passassem daquilo que são, isto é, quase nada.
Com companheirismo, fraternidade, responsabilidade e atenção.
Respeito pela vida.
Enfim...
Eu, de coração, desejaria um Bom Natal, assim, para todos!!!
Onde houvesse mais amor pelo próximo e compaixão pelos animais, plantas e pelo planeta. Onde as pessoas parariam de pensar com egoismo e seriam mais generosas.
Onde as pessoas boas não seriam mais vistas como sendo tontas e não se buscasse o sucesso, o dinheiro e o poder a qualquer custo.
Onde a competencia, a honestidade e o empenho fossem levados em conta, de verdade, e as aparencias não passassem daquilo que são, isto é, quase nada.
Com companheirismo, fraternidade, responsabilidade e atenção.
Respeito pela vida.
Enfim...
Eu, de coração, desejaria um Bom Natal, assim, para todos!!!
quinta-feira, 29 de março de 2012
Flores na Vila Romana
Antes eu precisava pegar um avião. rss
Mas agora, quase sempre que vou na minha mãe eu faço todo o caminho até a casa dela a pé. Para isto, eu saio da minha casa na Lapa, nas cercanias da rua Mercedes, até lá o Sumaré, perto do metro. E costumo variar muito o percurso, dependendo da minha vontade ou da necessidade.
Tal como fazia nas minhas caminhadas lá na Itália, o que não muda é que venho divagando o tempo todo, atenta só o suficiente para não ser atropelada. rss rss
Imersa em pensamentos consigo me lembrar que quando eu era bem, mas bem pequena mesmo, estas paragens eram verdadeiros jardins, com as suas ruas ladeadas de frondosas árvores que faziam delas verdadeiros túneis vegetais, apenas se desembocasse vindo pela rodovia Anhanguera.
Hoje não deixa de ser uma tristeza ver que por causa desta mania de fazer garagens e garaginhas, acrescida da neura de certas pessoas que odeiam plantas porque convencidas de que folha é sugeira, não temos mais tantas vias sombreadas como antigamente.
Enfim...
Como passeio desligada, totalmente absorta, muito raramente tem alguma coisa real, concreta, que me chame a atenção.
E esta belíssima planta, que estava em uma calçada defronte a uma casa lá na Vila Romana, foi uma delas. 'Tá certo que eu tive que dar uma marcha à ré, não nego, já que passei batida pelo frondoso arbusto que, praticamente, me chamou de volta para observá-lo, tal era a sua beleza!
Infelizmente a minha foto, como sempre, não faz juz a ele... Mas voces se esforcem para imaginar uma planta exuberante, repolhuda, em uma explosão de tons de verde e toda salpicada de pequenas florzinhas delicadas como uma jóia, das quais pendia uma espécie de fio coberto de bolinhas.
Pareciam uns brincos mas, na minha ignorância total, não quero arriscar de dizer que seriam os tais brincos de princesa que, no mais, eu sempre acreditei serem rosados.
Se alguém puder reconhecer a planta eu agradeço, ok?
Pois fiquei curiosa...!
Mas agora, quase sempre que vou na minha mãe eu faço todo o caminho até a casa dela a pé. Para isto, eu saio da minha casa na Lapa, nas cercanias da rua Mercedes, até lá o Sumaré, perto do metro. E costumo variar muito o percurso, dependendo da minha vontade ou da necessidade.
Tal como fazia nas minhas caminhadas lá na Itália, o que não muda é que venho divagando o tempo todo, atenta só o suficiente para não ser atropelada. rss rss
Imersa em pensamentos consigo me lembrar que quando eu era bem, mas bem pequena mesmo, estas paragens eram verdadeiros jardins, com as suas ruas ladeadas de frondosas árvores que faziam delas verdadeiros túneis vegetais, apenas se desembocasse vindo pela rodovia Anhanguera.
Hoje não deixa de ser uma tristeza ver que por causa desta mania de fazer garagens e garaginhas, acrescida da neura de certas pessoas que odeiam plantas porque convencidas de que folha é sugeira, não temos mais tantas vias sombreadas como antigamente.
Enfim...
Como passeio desligada, totalmente absorta, muito raramente tem alguma coisa real, concreta, que me chame a atenção.
E esta belíssima planta, que estava em uma calçada defronte a uma casa lá na Vila Romana, foi uma delas. 'Tá certo que eu tive que dar uma marcha à ré, não nego, já que passei batida pelo frondoso arbusto que, praticamente, me chamou de volta para observá-lo, tal era a sua beleza!
Infelizmente a minha foto, como sempre, não faz juz a ele... Mas voces se esforcem para imaginar uma planta exuberante, repolhuda, em uma explosão de tons de verde e toda salpicada de pequenas florzinhas delicadas como uma jóia, das quais pendia uma espécie de fio coberto de bolinhas.
Pareciam uns brincos mas, na minha ignorância total, não quero arriscar de dizer que seriam os tais brincos de princesa que, no mais, eu sempre acreditei serem rosados.
Se alguém puder reconhecer a planta eu agradeço, ok?
Pois fiquei curiosa...!
sábado, 7 de janeiro de 2012
Acabou o Natal...

O Natal terminou, gente!
E ele sempre foi uma época em que eu me "scateno" e preciso me controlar para não espalhar estrelinhas, luzinhas e papais noéis por toda a casa e na vida das pessoas...
E este ano nem espelho e geladeira escaparam!
A Befana, que é o Dia de Reis para alguns, já passou, e eu já devia ter desmontado o circo todo. Mas e a preguiça? E a falta de vontade de ficar sem toda esta parafernália de Natal que eu amo?
Para mim deveria ser Natal o ano todo!...
E estou falando do folclore que existe em torno disto.
Pois o Natal mesmo, aquele verdadeiro, e que nem é no dia em que foi estabelecido, este deveria durar para sempre, no coração e na alma das pessoas.
Mas, a verdade, verdade mesmo, é que nem com toda a decoração natalina, com toda a comida e presentes, este espírito, que deveria existir na cristianidade, quase nunca esta presente.
Então, eu vou desmontar minha árvore de Natal, mais cedo ou mais tarde, me esforçando por conservar este tal de "Natal" bem lá no fundo do meu coração e mente...
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
FELIZ NATAL !!!!!!!!!!!!!!!!!!!
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Já era hora de eu voltar...

Vou resumir um tantinho: passei por Munich tipo "vapt vupt" e depois fiquei uns 12 dias lá em casa, na Itália, pondo um pouco de ordem nas coisas, já que saimos tipo meio correndo.
Após me desvencilhar do limpa limpa todo eu fiz o que eu chamo de uma "celtic trip", quer dizer: passei pelas terras dos celtíberos, na península Ibérica, e pela ex terra dos povos celtas da Gran Bretanha sem, contudo, ter chegado na Irlanda ou em Gales, onde eles ainda sobrevivem sem tanto tempero saxonico. Enfim...
Amei estar na Espanha e em Portugal, mesmo sem ter conseguido ir em suas regiões mais meridionais, pois o meu "quem te viu e quem ti ve" foi algo estrondoso. Daquilo que era parece um outro mundo!
Infelizmente, em contra partida, tive uma sensação muito estranha apenas coloquei os pés em Londres, cidade que sempre me parece tão familiar: uma espécie de buraco no peito, uma tristeza infinita, me tomaram conta enquanto estive ali. E olha que o tempo estava magnífico e as pessoas frenéticas pelas ruas a fazer compras nas liquidações! rss
Foi como se todas as barbaridades que ali aconteceram no passado me caissem em cima, de uma vez. Queria sair dali o mais rápido possível, tal o mal estar que sentia: uma coisa realmente inexplicável...
Que nem todo o rock pesado ingles que eu amo, ou a lembrança dos Herman Hermits ou do Led Zeppelin, me salvou desta vez! rss rss
Bem, mas a coisa já passou, que eu já voltei para casa, aqui em São Paulo.
E também, no geral, foi tudo ótimo!
Encontrei meus queridos amigos lá na Itália, capitaneados pela Patrizia, que organizou tudo.
Passei dias maravilhosos com a minha amiga Marila, que mora na cidade do Porto, quando colocamos em dia as nossas conversas atrasadas e os passeios que não tinhamos feitos juntas, nestes últimos anos de nossas vidas, separadas pela distancia dos lugares em que viviamos.
E, nesta oportunidade, ainda tive o prazer de fazer amizade com a Maria Teresa, que também mora lá por perto.
No fim, acabei me desencontrando da Anna, que mora lá em Londres e, provavelmente, teremos que tomar a nossa cervejinha quando ela estiver aqui em São Paulo, visitando a sua família.
Conheci gente muito simpática por onde andei!
Em Barcelona fui ajudada pela super disponível e simpática Sonia Kurz dona do gracinha de "B&B La Princesa", que nem foi onde eu fiquei, imaginem...
E lá em Madrid, não vou esquecer das solícitas proprietárias da confiteria "El Riojano", fundada em 1835 e que serve a casa real espanhola e fica ali na Calle Mayor, que me ajudaram a achar o meu hotel. Sem esquecer também do super atencioso Sergio das "Viajes C&C" que fica em uma sobre loja ali na Gran Via, na altura do grande magazine "El Corte Inglés".
Em Londres eu devo agradecer aos dois jovens, gentis e disponíveis concierges húngaros do "Langham Court Hotel", onde eu me hospedei.
Assim como recomendar que, estando em Óbidos, não deixem de dar um pulinho no atelier da Dona Augusta e seus cestinhos repletos de coloridas plaquinhas de porcelana, que nos acolhe de braços abertos.
Para arrematar, eu que conheço já um monte de companhias aéreas, fiquei encantada com o atendimento da TAM, com quem voltei à São Paulo ( um presente da minha mãe!). Principalmente pelo atendimento carinhoso do Luigi, que atende no balcão da empresa ali no terminal 1 do aeroporto de Heathrow.
E prometo que assim que estiver com mais tempo colocarei umas fotos legais que fiz da viagem para voces verem, ok?!
sábado, 24 de setembro de 2011
Ups! Estou indo passar um mes na Europa.

Como ainda não sei postar com o meu smartfone, prometo que tentarei postar alguma coisa quando tiver um computador normal na minha frente. Hihihi! Então: até breve!
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Coisas simples...

Por que tem coisa que é boa assim como é e que nao precisa de mais nada para ficar melhor.
Mas isto é um nosso clássico dilema, que nem mesmo a evoluçao da espécie conseguiu anular.
Pois estamos sempre metendo a mão em tudo que nos cerca, seja para o bem ou seja para o mal, e indivíduos que deveriam ser denominados de "homo descontentis", que me parece bem mais aceitavel que o atual, pseudo, "sapiens". rss
E que apesar de estarmos neste continente ou neste planeta, por exemplo, procuramos sempre mais longe o que nos pode, até, já estar perto.
Na eterna busca de emoções e bens materiais que extrapolem aquilo que sentimos ou temos.
O que nos faz sermos ingratos, impacientes e profundamente insatisfeitos com tudo aquilo que possuimos, ja que nascemos com a certeza de que o que conta é esperarmos, ansiosamente, o tal algo melhor que esta por vir e ao qual, mais do que isto, temos direito.
Pois temos como que um tropismo que nos faz olhar com mais atençao aquilo que achamos que nos falta do que aquilo que realmente temos e que, por sua vez, achamos sempre insatisfatório e insuficiente.Em uma total incapacidade de conseguir fazer uma salada com o que temos na nossa horta.O que se explicaria, talvez, pelo fato de passarmos o nosso tempo pensando que a horta do vizinho é sempre mais bonita do que a nossa e a sua grama muuuuuito mais verde! rss
Sem nem suspeitarmos que gastamos quase que zero energia para sermos pessoas melhores tanto quanto gastamos fortunas em aprimorar as nossas "fachadas", quaisquer elas sejam, por achar que merecemos mais do que aquilo que nos esta na cara, na garagem ou no bolso.
Como também por acharmos que "tempo perdido" é só aquele que é nosso, que os dos outros não conta.
E passamos nossas vidas querendo os dois passáros voando e pulando de galho em galho.
Assim podemos concluir que, para nós humanos, é algo lógico enchermos de tranqueiras não só as coisas gostosas que comemos, como também currículos e moradias. E naturalíssimo nos adornamos com perfumes, jòias, medalhas e roupas de grifes caras, com a pretensão de tornar tudo que nos cerca digno de admiração e espanto. Em uma overdose de ostentação e vaidade, para se dizer o mínimo...
Pois, por exemplo, quem se disporia em servir um arrozinho com feijão, bem gostosos, ou uma fruta deliciosa, como sobremesa, a um seu convidado do tipo especial? Com certeza poucos...
Por que mesmo que feitas com atenção e esmero a pessoa que oferece se sentiria como que diminuida, agindo assim, enquanto quem recebe poderia, por sua vez, se sentir menosprezado.
Como se o simples ferisse e ofendesse as pessoas.
Então, acontece que terminamos por nos armar de palcos, cenários e exuberancias, de todos os tipos, para maquiar a simplicidade daquilo de bom que poderiamos oferecer ao mundo ou, mesmo, receber dele...
Só por que existe esta força, atávica, que impele o ser humano a querer ter mais e mais, do poder ao dinheiro, para se cercar de coisas suntuosas. Como se ele só valesse pelo que espelha e não pelo que é, dentro.
Então o mundo gira assim, correndo em busca do "mais" e pretendendo o máximo. O que faz com que se termine abominando as coisas pequenas, poucas ou singelas.
Enfim...
O que se salva, nesta estória toda, é que podemos ficar contentes só em saber que tem quem nao seja assim todo o tempo e até não o seja, absolutamente.
E que este grupo de pessoas, um dia, se libertando do ato de repetir velhos modelos, esteja a caminho de se tornar representante de uma nova linha evolutiva denominada "homo contentis"!
E que este grupo de pessoas, um dia, se libertando do ato de repetir velhos modelos, esteja a caminho de se tornar representante de uma nova linha evolutiva denominada "homo contentis"!
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Navegamos no tempo que passa...

Este gorrinho, que fez a minha mae, representa como um salto no tempo, quando se pensa que um dia eu usava um desses, assim como também os meus filhos, que ja sao adultos.
Como acontece também com as fotos que eu postei anteriormente, que nos mostram o quanto é relativo o espaço que ocupamos.
Enfim...
Tempo e espaço, e falemos também de dimensao, sao coisas absolutamente relativas nesta nossa existencia material. Tanto quanto as coisas e as pessoas com às quais nos relacionamos em nossos percursos por aqui.
Quem ja nao teve a experiencia de cruzar com pessoas, ditas desconhecidas, com às quais instauramos uma familiaridade automatica?
Ou quem ja nao teve a impressao de que alguma coisa ou lugar, daqueles do tipo inédito, nao ser assim uma novidade? De se chegar a sentir que ja se esteve ali ou de ja ter visto ou experimentado algo que temos a certeza de ser a primeira vez?
As vezes passamos toda uma vida até perceber a nossa capacidade de captar a energia que pessoas, situaçoes e ambientes emanam.
E quanta coisa deste tipo nos acontece entre o tempo em que usavamos um gorrinho de bebe e o fato de portarmos nossos fios brancos?
Tem o que parece que foi ontem, tem o que parece fazer uma eternidade, tem as coisas de que nem nos lembramos mais e aquelas que parecem vivas o tempo todo.
E todo este conjunto de coisas também é muito relativo, porque tudo depende do jeito que voce lida com elas e os sentimentos que estas lhe provocam e voce permite que permaneçam.
Porque tanto podem significar mais sabedoria, aprendizado e crescimento, quanto podem provocar tristeza, ansiedade ou angustia, ou mesmo podem ser uma alavanca ou uma trava, na vida da gente.
E quem explica o modo que cada um de nòs emprega para passar pelo tempo que nos é reservado neste nosso planeta?
Certo, eu sei: todos tem a sua explicaçao ou estabeleceram regras para isto, tais como as religioes sempre o fizeram.
Mas nao deixam de ser, também, muito relativas elas mesmas.
Pois sabemos que cada um é um e que o que é bom para um pode nao ser para o outro.
Além de cada um de nòs caminhar um passo por vez, com um ritmo proprio, a fim de chegar a um mesmo lugar.
E, importantissimo, ninguém é dono da verdade e, muito menos, temos a capacidade para compreendermos tudo, dada a nossa limitaçao natural e a nossa natureza dogmatica.
Entao, estaremos a discutir este argumento em circulos sem conseguirmos chegar a uma resposta geral. E isto sò porque, sabemos todos, nao existe um livre arbitrio coletivo.
E eu me pergunto o que estarao perguntando voces todos: mas por que eu estaria falando estas coisas?
Bah... mas quem é que sabe...?!!
Hihihi!
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Quando as imagens falam mais que as palavras...
Este cachorrinho era um "bibelot" e ficou ali por perto acompanhando os donos que, como nós, arriscaram de ir à praia em um dia não tão bonito mas, porisso mesmo, muito agradavel.
Praia vazia tem o seu que de beleza que às vezes escapa de percebermos quando esta cheia de gente, vendedores e um burburinho infernal.
Isto me faz lembrar dos bons tempos que se podiam passar la em Guarujá, nos seus momentos aureos e "chics", antes de virar aquilo que é hoje.
Nada contra o progresso, devo esclarecer.
Mas naquela época, quando nem supermercado tinha ali, estar passando férias por aquelas paragens tinha um não sei que de mágico, a começar pelo desafio de se pegar a balsa. Com o meu pai dirigindo, digo. rss rss
Era tudo muuuito vazio, mas com casas sensacionais escondidas no meio da mata, e o sofisticado clube Tortuga, cercado de brejos cheios de talboas e sanguessugas.
Não, isto nao era no tempo de Pedro Alvarez Cabral, nao! rss
Porque são coisas de cerca 30 anos faz.
Do tempo que eu curtia ir à tardinha na praia para fazer esculturas na areia ao som das musicas do Edú Lobo, esperando que as aulas começassem para poder voltar para Santo André, onde moravamos na época.
Nos tempos do pedro alvarez cabral da minha vida.
Hihihi!
E voltando à São Sebastião, posso dizer que gostei muito da cidade, das praias e da vista que, sem muito alarde, é muito, muito bonita.
Enfim...
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Um Feliz Natal, para voce!

E que possam compartilhar este momento com os seus queridos, estejam voces perto deles ou nao.
Desejo também que as comidinhas sejam todas MUITO gostosas e que as pessoas que lhes fazem companhia sejam TODAS elas adoraveis!
E que os enfeites, as musicas e os aromas sejam belos e inebriantes!
Além do seu presente ser EXATAMENTE aquilo que voce tanto desejava.
Enfim...
Como...?
Voce suspeita que o seu Natal nao sera assim PERFEITO ? rss
Ok!
Entao façamos o seguinte: se apresse em tentar lembrar de um que tenha sido assim.
Porque todos nòs tivemos, ao menos um que fosse, que era inesquecivel.
Ah, nao tinha o presente perfeito?
Aquela prima chata lhe encheu a paciencia?
O peru queimou no forno?
Seu namorado tinha lhe dado o fora?
Alguém estava doentinho?
Ou o seu filho tinha repetido de ano?
Seu conjugue nem se lembrou de lhe comprar um presente?
Voce se esqueceu de telefonar para um amigo querido?
Pois é...
Sempre acontece algum detalhezinho que pode estragar o todo, nao é mesmo?
Mas, mesmo assim, aquele Natal foi perfeito e inesquecivel.
E por que serà...?
Talvez seja verdade que o espirito do Natal a gente tenha dentro da gente, la bem no fundo do coraçao.
E quando acontece deste danado saltar fora, voce se sente em comunhao nao sò com o Criador quanto com todos os seus queridos, que um dia compartilharam este momento magico com voce.
Se lembra da oraçao que fazia o seu avo antes da ceia, da deliciosa lasanha que a sua mae levava para o evento, das sobremesas sensacionais que as suas tias faziam, do abraço que lhe dava a sua avò, das conversas que inspiravam o seu pai, assim como dos seus filhos abrindo os presentes que estavam embaixo da arvore...
Pois o espirito do Natal é isto: todas as boas lembranças dos nossos natais passados. E do sentimento que elas provocam dentro do nosso coraçao.
E nos basta dar um empurralzinho para tornar todos os nossos natais mais alegres. Ainda mais sabendo que perfeitos, perfeitos, eles nunca serao. rss
Além do que, nem o menino Jesus nasceu neste dia, ha cerca 2000 anos atras. Pois ninguém descobriu ao certo a data justa.
Mas o que importa, nao é verdade?
Pois o que estamos comemorando é a vida de alguém que nasceu e morreu ha tanto, tanto tempo atras, mas cujos ensinamentos perduram até os dias de hoje.
Isto é, se nao nos esquecermos que a mensagem que nos deixou é muito mais importante do que qualquer big presente que possamos receber!!
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Quando se perde o norte...

Um meu amigo escreveu um outro dia sobre o sul, um sul magico.
E os pontos cardeais sempre tiveram, cada um deles, as suas proprias representaçoes literarias, imaginarias, metaforicas, culturais, utopicas, enfim...
Mas o que seria se um perde o seu "norte", assim como se usa dizer?
Hoje, por exemplo, eu nem tinha aberto o MSN e ja tinha uma manchete dizendo das primeiras imagens sexys de uma fulana no Big Brother, sob a ducha.
Ahm...?
Porque tem gente que até paga para ver 24/24hs esta porcaria.
Sem falar da noticia de um homem bebado que, entrando em uma rua na contramao, causou um acidente grave. E que acabou atirando e ferindo varias pessoas, além de matar o outro condutor coinvolto, que conduzia sua esposa gravida e nao havia cometido nenhuma infraçao...
E do relato do ultimo debate politico onde os candidatos sò se acusavam, mais uma vez, mutuamente. Em uma baixaria que ja virou uma norma, nestes tempos que correm.
Porque campanha politica, hoje por hoje, nada mais é que uma simples campanha publicitaria, onde de solido e verdadeiro, se tem muuuito pouco.
O que dizer daquela prima, garota de quinze anos, que ajudou o seu pai a matar a sua prima bonitinha que acreditava ser ela a sua melhor amiga, sò porque enciumada e invejosa?
Ou do Berlusconi que aprontou mais uma das suas?
E ainda, daquele pai que, junto a um seu sobrinho, matou a filha que queria se casar por amor e nao por uma obrigaçao, qualquer esta fosse?...
E se lembram daquele video da mocinha jogando cachorrinhos, um por um, em um rio gelado e ainda registrando tudo?
Ou de caçadores que pagam um dinheirao para caçar animais raros ou em extinçao, sem preocupaçao alguma com nada mais que nao seja a vaidade de ter um troféu na parede de suas casas?
Basta ver, por exemplo, o caso da morte daquele grande cervo conhecido como "Imperador", ali na Inglaterra.
E quem ja nao ouviu das pessoas que contratam e se servem do trabalho alheio e que, depois, dizem nao ter como pagar ou que nao pagam e basta, para depois desfilar com uma Mercedes ultimo tipo?
Ou da horda de individuos pelo mundo afora que, trabalhando duro, recebem salarios mensais de cerca 2 dolares? Se recebem.
Entao...
Podemos, cada um de nòs, desfiar uma lista infindavel de outras coisas "cabeludas", sejam de cunho publico ou mesmo pessoais.
Entao eu pergunto de novo: e quando um perde o seu norte?
Porque um caos assim, de nivel mundial, um dia ou outro tem que parar.
Ou nao?...
domingo, 29 de agosto de 2010
Limites de tolerancia

Observando os eventos que se sucedem em nossa sociedade e nos meios que frequentamos, incluindo aqueles mais intimos da familia e das amizades, nos conscientizamos que precisamos fazer alguma coisa, e de tentar mudar aquilo que é vigente e tido como normal.
Porque, pensem: quanto tempo mais devemos aceitar ou sofrer com a perversidade humana?
Ou estaremos a nos isentar da responsabilidade dela, sò porque nao somos maus, nòs mesmos? Mas abdicando de agir por solidariedade, e mesmo compaixao , para ajudar o nosso proximo, ocupados que estamos em repetir conosco:"ufa...menos mal que esta coisa nao é comigo!!".
Esperando que este encargo espinhoso caia sobre alguém mais altruista ou corajoso que nòs mesmos, e que se faça adiante?
Enfim...
Porque voces nao se iludam: ter a oportunidade de fazer algo bom e nao fazer nada, nao deixa de ser ruim.
E tentar acreditar que as insignificancias nao mereçam atençao, também.
Historicamente nòs sabemos que todos que fizeram maldades enormes neste nosso planeta começaram, antes, com pequenas maldades às quais ninguém deu um basta, seja porque nao atingido diretamente por elas, seja porque eram o que eram: pequenas...
Um velho dito ja dizia: "melhor cortar o mal pela raiz".
Nao podemos reclamar de algo ruim sò quando este assume proporçoes gigantescas, quando nao fizemos nada enquanto este era ainda, e sò, pequeno.
Uma responsabilidade nossa as coisas chegarem onde estao.
E isto até que é bom, nao é mesmo?
Porque nòs, aqueles que ficamos quietos e parados frente às pequenas perversidades de qualquer natureza, amamos nos sentir em culpa, o que, alias, é uma nossa caracteristica, uma nossa especialidade até. rss
E parar de justificar do porque nao podermos nos opor a um familiar, um conjugue, um amigo, um gerente, um professor, um qualquer profissional, um governante ou uma criança que seja, que aje mal para conosco.
Mas o fato, real, é que devemos nos unir e nao aceitar mais estas pequenas coisas ruins, estas pequenas injustiças, pequenas agressoes, pequenas malvadezas ou pequenos desrespeitos.
Sò porque ninguém deve fazer ao outro aquilo que nao aceita que façam contra si mesmo!
Pessoas pervesas parecem ser a maioria, hoje em dia.
Sò porque, narcisistas, ficaram correndo atras dos postos em evidencia que achavam, por bem, merecer.
E estao por ai, em todos os ambitos, exercendo um poder que amam e manipulando nao sò as pessoas, como também as riquezas materiais e, até, os nossos proprios pensamentos.
E isto acontece em uma grande escala, como se fosse uma piramide ( sempre ela, rss) que vai da base, tipo as nossas familias, culminando com um grande poder, tipo um estado.
Basta observar.
E como se diz em um dos livros do Allan Kardec: as pessoas de boa intençao sao em maior quantidades mas, timidas, nao se fazem valer.
Mas eu, na minha intuiçao, sinto que isto esta para mudar e muito brevemente.
E nao pensem que sou uma que me deixe guiar por previsoes de qualquer natureza, nao.
O que posso dizer é que sinto, forte, que estamos por presenciar uma revoluçao da consciencia, da ética e da moral humana.
Afinal sabemos que, mesmo aos trancos e barrancos, foi sempre isto que aconteceu na nossa història, desde o inicio dos tempos.
Certo que terminamos por massacrar aqueles que nos passavam a mensagem de um mundo melhor, da pratica do bem, da compaixao e da fraternidade.
Mas estes grandes personagens de alguma forma nos marcaram profundamente mesmo que, ja em origem, tenhamos usado mal e também deturpado aquilo que nos diziam, contaminando tudo com as nossas praticas culturais e sociais, e com a truculencia inerente aos que se acreditam perfeitos ou donos da verdade.
Mas, mesmo assim, o que dizer dos bons preceitos que continuam vivos e puros mesmo em baixo de mais de 2000 anos de mal entendidos, interpretaçoes tendenciosas, ou mesmo barbaridades cometidas em nome deles?
Pois é certo que nao sou sò eu que acho isto: somos em milhoes!
E sao tantos os que estao se manifestando a este respeito, seja publicamente seja em ambito privado.
Os tesouros deste planeta que levaremos conosco nao sao aquele que transbordam de nossos bolsos, mas aqueles que incrementaram a nossa sabedoria e acalentaram o nosso coraçao.
Comecem hoje a nao aceitar as pequenas maldades que fazem a voces, ou mesmo perto de voces.
Se juntem a quem reclama de pequenas injustiças.
Porque do mesmo jeito que nos esforçamos para fazer o bem, sabemos que os maldosos também podem fazer o mesmo.
Porisso, devemos nos unir e exigir que o façam.
Porque a humanidade deve fazer mais este passo em direçao ao seu elevamento espiritual.
Abolir todo o egoismo, narcisismo, vaidade, avidez, impiedade e prepotencia, que se alimentam do mal, e deste estado de coisas ditas normalissimas e corretas.
Bem...
E pensar que comecei a falar tudo isto inspirada pela foto que voces estao vendo ai em cima! rss
Pois esta fazendo quase 2 meses que eu achei esta linda gatinha (Leti Agata), que tinha sido jogada da auto estrada E45, dentro de uma caixa de papel lacrada com uma larga fita isolante.
Com certeza estava ainda sendo amamentada. Mas alguém, percebendo ser uma femea, achou por bem se livrar dela.
Nao se deu nem ao trabalho de se avizinhar mais do rio Tibre para joga-la ali, como sempre foi de praxe... Limitou-se a jogar pela janela do carro a caixa que rolou a ribanceira e terminou aos pés da tal estradinha por onde eu caminho diariamente com a Mathilda.
Roba da matti!
E naquele meu micro segundo de incerteza que me passou pela cabeça, pensei fazer como os poucos que passavam ali: ignorar o fato.
Mas ja no micro segundo seguinte eu pensei: eu nao sou assim!
A "coisa era comigo".
Mesmo.
E estou ajudando o animalzinho até agora, apesar das tais impossibilidades. Hihihi.
Ajudei sò um?
Verdade. Sò um..
Pois a coisa era assim mesmo: pequena.
Mas nao deixa de ter um seu grande valor!
domingo, 20 de junho de 2010
A tal da camuflagem,digo, mimetismo.

Este interessante inseto, uma mariposa, usa deste expediente para se proteger de predadores que, no caso aqui, se tratava de eu mesma, lhe atacando com o meu celular. rss
Um animal mansinho que, sem isto, seria presa facil para quem fosse mais voraz e rapido do que ele.
Na sociedade isto também é usado por quem quer se defender e, mais ainda, por quem quer atacar.
Quantas vezes ja nos deparamos com pessoas que, aparentemente, parecem ser toda uma outra coisa daquilo que sao, realmente?
Porque trata-se de uma estrategia muito utilizada nos diversos ambitos das comunidades humanas.
E uma coisa assim como que desarma as outras pessoas, que terminam nao podendo se defender de algo que nao parecia ser uma ameaça, por vezes até colaborando para que o outro consiga o seu intento.
Parece um discurso assim meio paranoico, rss. Mas é algo tanto banal que até achamos natural quando estas coisas acontecem, sò porque chamamos de "esperteza" uma coisa que, no fundo, seria sò falta de compaixao pelo proximo, provocada por egoismo e avidez sem limites.
Enfim...
Pensei todas estas coisas quando cruzei com este belo exemplar de mariposa, o qual liberei em segurança, logo em seguida.
Porque é dificil controlar aquilo que o pensamento da gente evoca...
Hihihi!
sábado, 3 de abril de 2010
Pior que isto...

Vai ser jogo duro usar a internet por aqui.
Tipo como se eu fosse em um lugar como o desta foto ou, para quem ainda se lembra, tipo nos primordios das conexoes com a rede internet.
La em nossa casa era tudo otimo, mas por aqui nao se pode dizer o mesmo...
Por enquanto nao tem internet decente que chegue aqui.
Na abadia existe uma rede internet sim, mas é absolutamente de lua!...
Sem falar que a nossa chave da TIM funciona oscilando ora em UMTS, ora em Edge e "ora nao".
Enfim...
Depois de ter quase uma crise histérica ontem, hoje ja me sinto melhor.
Nao digo conformada, mas melhor.
Pois é comprovado que no nosso apartamentinho a internet NAO funciona.
Talvez porque, na idade média, eles nao usassem computador e, muito menos, a web.
Hihihi.
Acontece que as paredes, de pedra, tem tipo um metro de largura.
Dai, eu estou escrevendo em uma suite que, na restauraçao de um adendo, ganhou paredes de tijolo revestida com argamassa, o que me permite que eu me colegue via wireless ou com a chave da Tim.
Vamos sò torcer para que nenhum cliente venha a ocupa-la quando eu precisar estar aqui, de novo.
Pratico, nao?!...
Mas de qualquer forma voces me aguardem. Porque eu sou meio teimosa, e nao deixarei que isto me impeça de estar aqui, ok?
Dificuldades existem para serem vencidas.
Entao enfrentarei mais esta. rss
quinta-feira, 25 de março de 2010
O planeta é um mercado,,,

E digamos que é sò isto aquilo temos em mente, presos que estamos de um certo frenesi. Porque a idéia de economizar fazendo um "negocio da china" funciona quase como uma droga, para grande parte das pessoas.
E sao poucos os que sao imunes a isto, por consciencia ou falta de dinheiro que seja.
Porque a verdade é que nao pensamos a fundo neste habito, tanto banal e quase compulsivo.
Pouco tempo faz eu estava no provador de uma grande loja da Zara que existe em um centro comercial, que esta cerca uns 25 km daqui, ouvindo duas moças conversarem. E elas eram do tipo "loucas por grifes" e que estavam ali comprando umas peças basicas para acompanhar as "outras" grandes coisas compradas em precedencia.
Nao que falassem de algo que eu ja nao soubesse, mas me deu um "click".
Sempre fui uma fanatica em conseguir bons negocios de qualquer natureza (que aqui se encontram e como!...) mas que, na empolgaçao da coisa, nao paro para pensar a fundo em como aquela calça de mais de duzentos euros me custou sò dez.
No caso, aquelas duas falavam de uma roupa de marca que sonhavam ter mas que custava, durante a estaçao vigente, quase 1700 euros e pela qual agora (pasmem) se pagava sò miseros 117....
Entao, minha gente....
A verdade é que a venda de um percentual de peças com este preço exorbitante, praticamente ja paga quase todo o custo do resto e rende um lucro substancioso. Todo o mais, mesmo vendido a preço de custo, ja é mais que suficiente.
Ai, nesta escalada que aquela peça de vestuario faz entre a gloria e o desprezo, termina que a "pobre" acabe sendo vendida por uma verdadeira miséria, algumas estaçoes à frente. E por um valor que nem cobre a linha com que foi costurada.
Olha que disto eu entendo! E sò estou usando o exemplo de uma simples roupa...
Mas o fato é que isto acontece até com outros bens de consumo, ainda mais quando se pensa no ramo das ditas "tecnologias", onde aquilo que é apenas lançado nas lojas ja chega obsoleto!
E por tras de tudo isto existem coisas que nòs nem mesmo imaginamos.
Quando tecnologias melhores e menos caras sao "massacradas" por outras, nem tanto boas assim, mas que produzidas por alguém muito mais potente.
Além das velhas e conhecidas manobras, onde paises desvalorizam as suas moedas para poder exportar, ou onde produtos com uma antiga tradiçao acabam perdendo as suas caracteristicas para ser "vendavel", ou de pobres pessoas sendo pagas com uma miséria pelo trabalho que fazem, além de lugares sendo destruidos ou envenenados, e tudo movido pela ganancia.
E vai por ai afora...
Se "se escavoca", a gente termina sem nem dormir direito, se perceber que nao existe um limite que frene esta maquina poderosa, e aparentemente inofensiva aos olhos de grande parte das pessoas.
Porque o mundo é um grande mercado que funciona dentro deste (quase de norma) tal de capitalismo selvagem. Que termina fazendo com que pessoas durmam em filas do lado de fora de uma loja para, depois, se degladiarem la dentro, quando chegam os saldos de estaçao.
Porque, em realidade, comprar algo por "preço de banana" nos anestesia de ter que pensar nestas coisas e nos faz sentir alegres, ao menos pelo breve periodo de tempo em que nòs nos sentimos satisfeitos com o que conseguimos.
Mas quem ja provou sabe que a maior satisfaçao que obtemos, é aquela onde conseguimos passar incolumes por toda esta euforia, porque conscientes de nao sermos mais tanto vulneraveis a todo este esquema do" panis et circus" moderno!
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Tempo de mudanças...

O clima esta mudando.
A crosta terrestre desliza para ca e para la .
As aguas carregam tudo, e até quem nao quer ir junto.
A atmosfera, que faz flutuar nuvens, tb varre pessoas, coisas e animais.
Os seres vivos ou desaparecem ou se transferem de lugar.
Além da grande parte da humanidade, de hoje, ter decidido gravitar em torno ao proprio umbigo.
E esta seria sò uma parca visao geral das coisas.
Enfim...
O fato é, pessoal, que eu tb estou de mudança.
Qdo voltei aqui para casa, o que imaginava é que veria as minhas camélias florirem, como solitamente fazem em pleno inverno.
Mas nao.
Pq os botoes nao terao ainda aberto qdo nos transferiremos aqui de casa.
Nao é que andamos longe nao, pois é relativamente perto de onde estamos.
Mas digamos que estaremos no alto de uma montanha e, ai sim, bem no meio de um bosque. No que, talvez, seja uma moderna visao do que seja "ser um eremita". rss
Obvio que nao estou falando do monte de ingleses que despenca ali no verao, mas sim do resto do tempo.
Pq acontece que o Gianluca se tornou manager do resort de luxo que ocupa uma abadia beneditina do século XIII, que foi toda recuperada. Além de tb continuar como maitre-sommelier, assim como no ano passado.
Se por acaso alguém quizer ver o lugar, pode dar um pulinho ali para espiar, ok? O site dali é : http://www.sanfaustinoresort.com/
Entao, apesar de ser uma que preza MUITO a sua propria casa acabarei, agora, por ficar com 3 casas: o que para mim é um horror!!!
Mas fazer o que, nao é verdade?...
Sò espero que a conexao ali nao seja a porcaria que costuma ser em lugares isolados.
E mm que usufruindo da cozinha do chef do restaurante dali, prometo que nao deixarei de postar as minhas experiencias culinarias, ok?
Obvio que apenas eu consiga, primeiro, entender melhor o meu super incrivel celular novo...
E a proposito disto vcs saibam que, agora, tb serei localizavel via GPS. rss
Como nòs levaremos sò o minimo indispensavel para la, entao vcs sò tentem imaginar o meu dilema, ja que sou a pessoa mais equipada e minuciosa deste planeta e nao vivo sem minhas tranqueiras todas...!
Bom, é isso ai.
Em breve, vcs nos encontrarao, junto com o nosso "zoològico", ali mm na sacristia da abadia.
E para isto, basta se informar com o abade.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Nao tenho quase fotos para colocar aqui pq, finalmente, consegui quebrar a camera do meu celular, minha gente.
O coitado despencou do meu colo, la na formatura da Luiza no Anhembi, e nao funciona mais, nem por decreto!
E eu que tinha até comprado mais um chip de memória extra, de 2 gigas, para poder usar aqui na minha viagem: nada feito...
Entao, fora as 1001 coisas que eu ja tinha que arrumar, arrumei mais esta! rss
O gozado é que uma das minhas caratcteristicas era NAO quebrar nada, nadinha mm.
Mas se ve que, agora, nao é mais...
Outra era de NAO perder nada: mas que nada...?!
Estou um verdadeiro caos...
O bom é que com a memória nao ajudando muito, entao, eu tb fico menos triste com estas coisas.
Hihihi!
Tipo aquilo que me disse uma minha amiga, qdo comentou que achava estar super bem quando se olhava no espelho, principalmente pq nao enxergava la um gran que. rss
Fazer o que, nao é verdade?!...
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Me sentindo meio surreal...

Gente...
Entre burocracias, abacaxis, belos momentos e tanta chuva, creio que ainda me sinto como que se estivesse sonhando.
E como a minha rotina e tudo o que eu fazia mudou, me sinto meio como se nao fosse eu mm.
A unica coisa que se mantém igual é o fato de eu nao poder estar parada nem por um minuto!
Como ja disse, praticamente nao estou cozinhando nadinha.
Por aqui perto é tão facil achar coisas boas, prontas e com preço bom, que passo o meu tempo fazendo outras coisas.
Ja andei, com ou sem ajuda, arrumando varias coisas na casa. Além de ensaiar uns artesanatos, fazer umas costuras, varias arrumações e etc.
Tb ja fui a advogados (tendo que deixar um agradecimento especial à Dra. Cecilia, ali do Italia Expresso), despachantes, imobiliarias, cartórios, medicos e costureiras.
Ja fui à 25 de março, centro da cidade, shoppings, mercados e supermercados.
Lojas, lojinhas e lojões.
Salientando uma incrivel loja de artigos para couros (eles inclusos) que é ali na Lapa de baixo, e que faz cair o queixo de qq um: tem de tudo que se possa imaginar, mas de tudo mm!
E tb confirmando que la no supermercado Dia tem um chocolate fondente, com a marca deles e 72% de cacau, que tem um otimo custo beneficio. Pq pelo preço que se paga se tem um produto de otima qualidade. Assim, apenas confirmo uma pesquisa que saiu no caderno Paladar do jornal O Estado de SP, um tempinho faz.
E devo dizer, que fiquei contente com as mudanças que vi na rede Pao de Açucar, que pode nao ter assim os melhores preços mas que tem, em contrapartida, uma otima escolha de produtos, vinhos inclusos.
Ah! A Neide Rigo ja comentou ali no seu blog Come-se, mas o fato é que fomos juntas assistir "Julia e Julie", ou como quer que se chame... rss
O filme pode ser visto como um passatempo, nada mais do que isto.
Mas adorei o nosso encontro, sua casa e a sua cachorrinha, a Dende.
Tanto qto a sua explicação sobre a acidez dos azeites, que me foi super esclarecedora.
Alias, me parece que tb esta ali em um dos seus post sobre Portugal.
Creio.
Enfim...
A verdade é que estou respirando outros ares!
Ps: na foto, em primeiro plano, temos o Jair me instalando a porta de vidro da lavanderia de casa.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Comendo coisas fora de casa

Agora eu preciso otimizar o meu tempo, antes de eu mm tb partir de volta...
Entao, entre burocracias irritantes e empenhos inadiaveis, quero retribuir o carinho de amigos queridos.
Alias, devo dizer que, para mim, esta seria a parte mais importante da minha estada aqui.
E vcs devem me perdoar por eu nao estar postando nenhuma de minhas experiencias culinarias por aqui, ultimamente.
Eu, propriamente, cozinhei pouquissimo, alias.
Pq foi um tal de jantar fora, de entupir o cartao de crédito! rss
Depois, tem aquela coisa do pouco que eu fiz ter ficado muito, mas muito perto mm, de ser uma droga!...
Ou pq a ricota era dura demais, ou pq a gelatina se comportava estranhamente, a farinha vitaminada parecia uma "gororoba", e a barra de chocolate nao colaborava nadinha.
Enfim... rss
Mas, em contra partida, descobri que temos varios tipos de favas, por aqui.
Além de se achar mascarpones no Mercado da Lapa, tb.
E só isto ja é bem legal!
Em resumo: as coisas que eu fazia na Italia, nao estao dando muito certo por aqui, nao...
Em compensaçao, os meus amigos estao cozinhando DIVINAMENTE!!
E eu tive o prazer de poder constatar isto nos jantares que eles me ofereceram.
Alias, quero agradecer ao Fabio, à Edenir e à Ana Maria. E nao só pela excelente comida, mas pelo carinho tb.
E espero poder retribuir brevemente!
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